Terça-feira, Maio 06, 2008


Quarta-feira, Abril 16, 2008


Domingo, Fevereiro 10, 2008

Poema?

Não, Letícia, não é um poema.
Esse último post não era isso!
São acontecimentos organizados em blocos de texto.
(Blocos de texto?) (É! Sei lá! Deve ser...)

Sexta-feira, Fevereiro 08, 2008

...E a cidade não tinha livraria

Caetano cantou meu carnaval... meu e da letícia!
Ela bem que tentou me fazer pousar a mão no seu quadril...
É!, mas não foi dessa vez.

O Joaquim fez a festa na cama da Tia Dulce.
Mas foi na rede que ele deu um descanço pra mim e pra
Neylãndia a tarde inteira. Ele não pára!!




"Os livros são objetos transcendentes
Mas podemos amá-los do amor táctil
Que votamos aos maços de cigarro"

Domingo, Novembro 04, 2007

Lety Let's Go!

na verdade, vou ficar
e esperar pacientemente até ele abrir a janela
só pra olhar aquele rosto mais uma vez
mas vejo tão longe
que sua sombra é tudo que enxergo

eu só penso em coisas repetidas
e no desejo que se renova
a cada dia quando ele volta a abrir a janela
vou acenar, mesmo que ele não veja
será meu boa noite
e meu adeus


.

Segunda-feira, Outubro 22, 2007

Os presentes

Os amigos estiveram comigo. Comemos. Bebemos (refigerante) e rimos dos estranhos com fotos estranhas naquele site de relacionamento também estranho.
Todos foram embora. Ficaram os presentes, alguns docinhos, grande parte do bolo e a pia cheia de pratos sujos para lavar. Lavei!
Olhei os presentes. Gostei de todos. Gostei mesmo.
Dei um olhadinha no livro que a menina dos cabelos cacheados me deu. Na primeira página tinha isso:

"Sob o canto do bate-num-quara nasceu Cabeludinho
bem diferente de Iracema
desandando pouquíssima poesia
o que desculpa a insuficiência do canto
mas explica a sua vida
que juro ser o essencial"

Cabeludinho nasceu no mesmo dia que eu.


.

Sexta-feira, Outubro 19, 2007

O menino azul

O menino quer um burrinho
para passear.
Um burrinho manso,
que não corra nem pule,
mas que saiba conversar.

O menino quer um burrinho
que saiba dizer
o nome dos rios,
das montanhas, das flores,
— de tudo o que aparecer.

O menino quer um burrinho
que saiba inventar histórias bonitas
com pessoas e bichos
e com barquinhos no mar.

E os dois sairão pelo mundo
que é como um jardim
apenas mais largo
e talvez mais comprido
e que não tenha fim.

(Quem souber de um burrinho desses,
pode escrever
para a Ruas das Casas,
Número das Portas,
ao Menino Azul que não sabe ler.)



bonitinho, né?!
são poesias para criança de cecília meireles...